Pra começar essa review, antecipo o que era óbvio: Quem pensou que teríamos um novo álbum do Blink 182 de doze anos atrás, se decepcionou com o mais novo lançamento do trio de San Diego, o Neighborhoods.
Eu, que acompanho o trabalho do trio mesmo após o hiatus, anunciado no segundo semestre de 2003, e acredito que a maioria dos fãs das antigas, já esperava que o que teríamos eram letras mais maduras e, obviamente, arranjos também (principalmente).
Eu, que acompanho o trabalho do trio mesmo após o hiatus, anunciado no segundo semestre de 2003, e acredito que a maioria dos fãs das antigas, já esperava que o que teríamos eram letras mais maduras e, obviamente, arranjos também (principalmente).
Na verdade o que eu esperava para esse álbum era um mix das bandas de Tom Delonge, a Angels and Airwaves - que veio a publico em 2006 e continua sendo projeto paralelo de Tom, mesmo após a volta do Blink, com um som totalmente “viajado”, com efeitos de guitarra “espaciais”, sons sintetizados e letras filosoficamente românticas. - e a banda Plus 44, de Mark Hoppus e Travis Barker, que teve uma carreira menos bem-sucedida e duradoura. Ou seja, esperava um som rápido, com a pegada cada vez mais trabalhada do (opinião pessoal) melhor batera dos últimos 10 anos, porém, com letras amadurecidas e rifes vibrantemente “espaciais”.
A impressão que tenho, até o momento, é a de que acertei na mosca!
No começo pensei até que teríamos uma banda mais Angels and Airwaves do que Plus 44, através da primeira faixa, ou melhor, o começo dela. Mas a própria primeira faixa já diz o que serão as próximas faixas, um verdadeiro mix mesmo.
No começo pensei até que teríamos uma banda mais Angels and Airwaves do que Plus 44, através da primeira faixa, ou melhor, o começo dela. Mas a própria primeira faixa já diz o que serão as próximas faixas, um verdadeiro mix mesmo.
A parte ruim dessa volta fica por conta do clipe para o primeiro single, Up All Night, que traz uma espécie de clipe das antigas, onde as letras e atitudes do Blink eram totalmente voltadas ao público teen, os chamados “revoltados sem causa”. Nitidamente não tem nada a ver com as novas músicas e com as próprias fases dos integrantes da banda, e não passa de uma jogada frustrada de tentar resgatar os velhos fãs, agregando novos jovenzinhos nessa investida.
Mas voltando ao foco principal que é a música, Travis Barker, o “batera de todos os ritmos”, agrega a esse novo álbum uma diversidade de ritmos e batidas nunca antes ouvida em álbuns da ex-punk rock Blink.
Sobre as pessoas que (já ouvi) dizem que o novo álbum é decepcionantemente ruim (estou sendo diplomático, evitando os palavrões), acredito que são muito inocentes e deveriam estar mais decepcionados com o último álbum do Blink, antes do hiatus, o auto-entitulado Blink 182 de 2003, que foi o primeiro deles a introduzir essa nova fase musical do trio.
Em minha humilde opinião, o Neighborhoods é umas quatorze vezes (número de faixas na versão Deluxe) melhor do que o álbum de 2003.
Sobre as pessoas que (já ouvi) dizem que o novo álbum é decepcionantemente ruim (estou sendo diplomático, evitando os palavrões), acredito que são muito inocentes e deveriam estar mais decepcionados com o último álbum do Blink, antes do hiatus, o auto-entitulado Blink 182 de 2003, que foi o primeiro deles a introduzir essa nova fase musical do trio.
Em minha humilde opinião, o Neighborhoods é umas quatorze vezes (número de faixas na versão Deluxe) melhor do que o álbum de 2003.
Em relação ao futuro da banda é difícil dizer, pois, existem duas questões que podem atrapalhar: A fase de seus integrantes, como a de Mark Hoppus que se divide entre a banda e seu talk-show na TV Fuse, e a dificuldade em atrair seus antigos fãs e um novo público ao mesmo tempo.
Para encerrar deixo uma recomendação aos antigos admiradores da pegada Blink: A faixa “Heart's all gone”...
Para encerrar deixo uma recomendação aos antigos admiradores da pegada Blink: A faixa “Heart's all gone”...

Nenhum comentário:
Postar um comentário