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| Em campo só felicidade - Fábio Motta/AE |
E sempre depois de algum vice – síndrome que precisa acabar – são feitas promessas e mais promessas. E lá vai a gente ver os governantes e dirigentes recebendo as atletas, para logo em seguida tudo ser esquecido, como dizem os poetas são “palavras ao vento”.
O descaso com o futebol feminino continua nos clubes. Projetos que não duram mais que uma temporada, ou que sem ajuda de prefeituras não sobrevivem, por mais vitorioso que seja. Vide o exemplo do Santos, que esta semana acabou com o projeto “Sereias da Vila”, devido ao alto custo e a falta de auxilio dos governos. Segundo valores divulgados pela mídia o custo para manutenção do time era aproximadamente 2 milhões de reais por ano, uma “mixaria” se comparado ao custo do futebol masculino, mesmo ele dando alto retorno para os cofres do clube.
Resumidamente o futebol feminino no Brasil é isso. Então o que fazer para mudar este cenário?
Primeiro é preciso criar um calendário, depois fortalecer os clubes e universidades, através de incentivos fiscais incentivar a criação e manutenção de times femininos, desde as categorias de base até o profissional. Para tornar o estádio mais atrativo para as mulheres, sugiro que os jogos femininos aconteçam antes ou depois dos jogos masculinos. O torcedor que chega momentos antes da partida teria um atrativo maior para chegar antes e então gastaria mais dento do estádio, aumentando a receita dos clubes. E os jogos poderiam ser exibidos por emissoras menores, gerando maior mídia para patrocinadores e clubes.
Resumidamente o futebol feminino no Brasil é isso. Então o que fazer para mudar este cenário?
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| Fora dos campos, só pedindo ajuda divina |
Primeiro é preciso criar um calendário, depois fortalecer os clubes e universidades, através de incentivos fiscais incentivar a criação e manutenção de times femininos, desde as categorias de base até o profissional. Para tornar o estádio mais atrativo para as mulheres, sugiro que os jogos femininos aconteçam antes ou depois dos jogos masculinos. O torcedor que chega momentos antes da partida teria um atrativo maior para chegar antes e então gastaria mais dento do estádio, aumentando a receita dos clubes. E os jogos poderiam ser exibidos por emissoras menores, gerando maior mídia para patrocinadores e clubes.
Outro grande passo seria a mudança das regras. Diminuir do campo e das traves, o tempo de jogo, uniforme mais "sexy´s" - assim como aconteceu no basquete e em outros esportes.
Nos anos 90, isso era algo comum. Quem se lembra da categoria “Aspirantes”? Caso não, procurem no Google.
Essa receita para ter sucesso depende e muito da boa vontade dos dirigentes brasileiros.
Nos Estados Unidos o futebol feminino é sucesso em todos os sentidos. O resultado é visto nas principais competições.
Caso nada mude, o filme que já cansamos de ver, será reprisado por muito tempo.
Nos anos 90, isso era algo comum. Quem se lembra da categoria “Aspirantes”? Caso não, procurem no Google.
Essa receita para ter sucesso depende e muito da boa vontade dos dirigentes brasileiros.
Nos Estados Unidos o futebol feminino é sucesso em todos os sentidos. O resultado é visto nas principais competições.
Caso nada mude, o filme que já cansamos de ver, será reprisado por muito tempo.


Concordo com quase tudo, em especial com a ideia dos jogos antes do masculino como era feito com os aspirantes. Só discordo dos uniformes mais sexy's, pois com a quantidade de mulher feia que tem no futebol feminino, isso iria é afugentar os torcedores...kkkkkk
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