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quarta-feira, 20 de março de 2013

Parem! Parem e parem já!

Parem com está guerra de imagens entre apoiadores e críticos ao deputado Marcos Feliciano. De um lado evangélicos que apoiam suas palavras, de outros simpatizantes e ativos na causa LGBT e negros.

O deputado é livre para falar o que quiser e ainda possui imunidade parlamentar. Ele fala, gosta quem quer, vota nele quem quer, porém até ontem o nobre era apenas mais um lá em Brasília. Repercussão zero! Depois de assumir uma comissão, virou celebridade, alvo de protestos e tudo mais. Tudo isso apenas contribui com sua imagem, pois quanto mais porrada ele toma, mais ele se diz injustiçado e perseguido por movimentos e mais ele cai no gosto de seus eleitores.

Hoje, domingo, assisti seu programa na CNT - nem sabia que existia - e por uma hora ele fez o papel de vítima. Se está no ar é porque alguém banca e vê.

Do outro lado estão manifestantes e indignados com suas palavras e posturas. Querem sua cassação. Assim como outros pedem a cassação do deputado Jean Willys, por supostamente ter criticado a Bíblia.

O mesmo vale para o pastor Silas Malafaia, um baita falastrão, mas que quando abre a boca, faz suas palavras repercutirem e sua imagem desperta ódio e admiração. E o mesmo também se aplica ao deputado Jair Bolsonaro.

Tudo isso é muito simples de ser resolvido, como? No voto! Quando a próxima eleição chegar, basta que cada um se engaje e lute para que os nobres citados acima não reelejam.

E o mais importante: Não importa se você é gay, bissexual, hetero, negro, pobre, japonês, rico, amarelo, americano, brasileiro, italiano e crê em Jeová, Deus, Buda, Maomé. Deus é um só, independente de como você o chama, independente de sua classe social, cor ou nacionalidade. Se você é ateu, ok, é um direito seu, basta que você respeite o direito do próximo.

Está guerra entre religiões não leva a nada. A intolerância religiosa é algo que deve ser combatido por todos. Ou mudamos hoje, ou em breve o Brasil, país de todos, se tornará um país dividido, igual aos países que convivem com as "guerras religiosas".

E por último nunca devemos nós esquecer: Viver em sociedade é viver em paz!

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