faz alguns dias que vejo
centenas de pessoas reclamando da criação do "Cartão Recomeço" que
rapidamente virou o "bolsa crack". ok! cada um faz o que quer da
vida, reclama do que quer, fuma/bebe/injeta/cheira o que quer, compartilha o que
quer. vivemos numa democracia e que assim seja.
tem gente que entra na droga por fraqueza ou desespero, tem gente que entra por vontade própria.
o que não podemos negar é que o crack é um problema social e de saúde. barato, avassalador e viciante, acessível para todas faixas etárias e classes sociais. está em todas as cidades e por incrível que pareça existem traficantes que proíbem a venda em seus domínios, devido ao seu poder devastador - ok, sei que disse isso logo acima e não consigo definir se isso é bom ou ruim.
enfim o governo estadual de São Paulo, tomou uma atitude sensata - eu acho - depois daquela mega operação furada que fizeram na cracolândia da capital paulista. o governo federal já havia anunciado a liberação de milhões para o combate ao crack.
O tucano Geraldinho Alckmin - no qual votei - resolveu bancar o tratamento dos viciados, liberando um valor de R$ 1350 para que seja usado em clínicas conveniadas, ou seja, o dinheiro não poderá ser usado em biqueiras, shopping`s, cinemas, baladas, bares, casas de massagens. Ou usa na clínica conveniada, ou não usa.
Foi ele anunciar o cartão que choveram críticas, dizem que isso é uma palhaçada, que um viciado vai ganhar mais que um trabalhador, que é mais fácil fumar crack do que trabalhar, enfim aquele choro sem fim, mas como escrevi no início o choro é livre.
Bem eu não queria ser um usuário de crack, não queria ter um em minha família e nem entre meus amigos. Eu também não quero precisar nunca deste valor. Fui educado e sei que o certo e errado.
Acredito que antes das críticas deveriam esperar primeiro o programa entrar em ação, para que depois opiniões fossem formadas. Lógico que falhas aconteceram, vai caber ao governo consertá-las. Se o programa vai vingar eu não sei, espero que sim, mas antes tentar e errar, do que ficar inerte.
beijos e abraços do mestre thiago.
tem gente que entra na droga por fraqueza ou desespero, tem gente que entra por vontade própria.
o que não podemos negar é que o crack é um problema social e de saúde. barato, avassalador e viciante, acessível para todas faixas etárias e classes sociais. está em todas as cidades e por incrível que pareça existem traficantes que proíbem a venda em seus domínios, devido ao seu poder devastador - ok, sei que disse isso logo acima e não consigo definir se isso é bom ou ruim.
enfim o governo estadual de São Paulo, tomou uma atitude sensata - eu acho - depois daquela mega operação furada que fizeram na cracolândia da capital paulista. o governo federal já havia anunciado a liberação de milhões para o combate ao crack.
O tucano Geraldinho Alckmin - no qual votei - resolveu bancar o tratamento dos viciados, liberando um valor de R$ 1350 para que seja usado em clínicas conveniadas, ou seja, o dinheiro não poderá ser usado em biqueiras, shopping`s, cinemas, baladas, bares, casas de massagens. Ou usa na clínica conveniada, ou não usa.
Foi ele anunciar o cartão que choveram críticas, dizem que isso é uma palhaçada, que um viciado vai ganhar mais que um trabalhador, que é mais fácil fumar crack do que trabalhar, enfim aquele choro sem fim, mas como escrevi no início o choro é livre.
Bem eu não queria ser um usuário de crack, não queria ter um em minha família e nem entre meus amigos. Eu também não quero precisar nunca deste valor. Fui educado e sei que o certo e errado.
Acredito que antes das críticas deveriam esperar primeiro o programa entrar em ação, para que depois opiniões fossem formadas. Lógico que falhas aconteceram, vai caber ao governo consertá-las. Se o programa vai vingar eu não sei, espero que sim, mas antes tentar e errar, do que ficar inerte.
beijos e abraços do mestre thiago.
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