Páginas

domingo, 14 de agosto de 2011

Admirável rádio novo

Eu não sou um exemplo. Sou uma pessoa comum, até demais. Careta, segundo alguns amigos.

Assim como disse lá no meu primeiro post, sou um jornalista que tem paixão por "esse troço". É bem verdade que essa profissão é ingrata. Você não tem vida social (e eu já não tinha mesmo, então 0 x 0), os salários nem sempre são justos, mesmo você tendo como "escolher" em qual área atuar: jornal, revista, TV, rádio, web, assessoria de imprensa.

Eu nunca me imaginei fazendo jornal e revista. E acabei fazendo. Fiz (e ainda faço) uma revista virtual sobre transporte coletivo e mobilidade urbana, mas é um freela totalmente voluntário, até porque gosto do assunto. Já jornal, estive em um de grande circulação regional (19 cidades da Região Metropolitana de Campinas). Assessoria de imprensa é a única coisa que não pretendo fazer, porque absolutamente não me interessa. Gosto de redação, dessa correria desgramada pra fechar texto/matéria.

Posso dizer que estou realizando um grande desejo profissional, um sonho, como preferir. Sempre quis fazer parte desse grupo de comunicação, que tem TV, rádio, jornal... E consegui. Demorou 8 meses (como formado), mas desde antes queria entrar.

É bem verdade, porém, que neste ano pulei de emprego quatro vezes. Quatro vezes em oito meses não é pouca coisa. Fui do inferno ao ceu neste ano. Passei pelo, provavelmente, pelo pior emprego que tive na minha vida, e agora eu estou no lugar que sempre sonhei.

Assim como é verdade que meus amigos (alô, Thiago Amaro e Danilo Reenlsober!) estão fazendo aposta pra ver quanto tempo "eu vou ficar". Meninos, acho que vocês vão perder.

Não pretendo sair de lá tão cedo. O que pode acontecer é transferência (de mídia, de cidade), mas sair do grupo? Nem pensar. Só se me mandarem embora. E eu estou me esforçando pra não dar motivo pra isso.

Resumo da ópera: você tem um sonho? Lute, que ele se torna realidade. E, quando conseguir, faça de tudo para se manter.

Nota final: preciso dizer onde estou trabalhando?

Nenhum comentário:

Postar um comentário