Eu não sou um exemplo. Sou uma pessoa comum, até demais. Careta, segundo alguns amigos.Assim como disse lá no meu primeiro post, sou um jornalista que tem paixão por "esse troço". É bem verdade que essa profissão é ingrata. Você não tem vida social (e eu já não tinha mesmo, então 0 x 0), os salários nem sempre são justos, mesmo você tendo como "escolher" em qual área atuar: jornal, revista, TV, rádio, web, assessoria de imprensa.
Eu nunca me imaginei fazendo jornal e revista. E acabei fazendo. Fiz (e ainda faço) uma revista virtual sobre transporte coletivo e mobilidade urbana, mas é um freela totalmente voluntário, até porque gosto do assunto. Já jornal, estive em um de grande circulação regional (19 cidades da Região Metropolitana de Campinas). Assessoria de imprensa é a única coisa que não pretendo fazer, porque absolutamente não me interessa. Gosto de redação, dessa correria desgramada pra fechar texto/matéria.
Posso dizer que estou realizando um grande desejo profissional, um sonho, como preferir. Sempre quis fazer parte desse grupo de comunicação, que tem TV, rádio, jornal... E consegui. Demorou 8 meses (como formado), mas desde antes queria entrar.
É bem verdade, porém, que neste ano pulei de emprego quatro vezes. Quatro vezes em oito meses não é pouca coisa. Fui do inferno ao ceu neste ano. Passei pelo, provavelmente, pelo pior emprego que tive na minha vida, e agora eu estou no lugar que sempre sonhei.
Assim como é verdade que meus amigos (alô, Thiago Amaro e Danilo Reenlsober!) estão fazendo aposta pra ver quanto tempo "eu vou ficar". Meninos, acho que vocês vão perder.
Não pretendo sair de lá tão cedo. O que pode acontecer é transferência (de mídia, de cidade), mas sair do grupo? Nem pensar. Só se me mandarem embora. E eu estou me esforçando pra não dar motivo pra isso.
Resumo da ópera: você tem um sonho? Lute, que ele se torna realidade. E, quando conseguir, faça de tudo para se manter.
Nota final: preciso dizer onde estou trabalhando?
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